Para manter o sucesso do café brasileiro, produtores investem cada vez mais no combate aos problemas fitossanitários

A variedade de climas e relevos do Brasil favorece a produção de café, posicionando o país como principal produtor e exportador do mundo, além de importante consumidor da bebida, segundo o Ministério da Agricultura. Mais de dois milhões de hectares são ocupados pelo plantio do grão, 300 mil produtores, em cerca de 1,9 mil municípios, são responsáveis pela produtividade da cafeicultura nacional.

Mas para manter o bom resultado da atividade cafeeira nacional, os produtores investem em melhores condições de plantios, melhoramento genético, biotecnologia, irrigação e manejos efetivos contra as pragas, principalmente no combate às ameaças que impedem o alcance de safras ainda maiores e de mais qualidade. Uma vez que o país possui vários fatores que favorecem o plantio, também facilita a incidência de inúmeros insetos e doenças.

Quando se fala em ameaças ao café, logo os produtores pensam na ferrugem-do-cafeeiro. O professor Edson Ampélio Pozza, do Departamento de Fitopatologia da UFLA (Universidade Federal de Lavras), destaca esta como a principal doença da cultura, podendo causar perdas severas na produtividade. “E estas perdas acontecem tanto no ano da sua ocorrência, devido a desfolha drástica, quanto nas próximas safras”, ressalta.

Segundo Pozza, atualmente o controle da ferrugem é feito com a aplicação de produtos sistêmicos aplicados no solo e nas folhas. “A eficiência depende da data correta de aplicação, da dose empregada, do horário, da mistura de tanque, do emprego de grupos químicos de diferentes modos de ação, entre outros fatores”. Para ele, ainda são necessários estudos que comprovem sua resistência, mas já existem especulações e desconfianças entre os produtores sobre esta realidade, sem comprovações científicas.

Outra praga da cultura, principal nas regiões mais quentes do país, como norte de Minas Gerais e na Bahia, é o bicho-mineiro. “Chega ao ponto de dar prejuízos na faixa de 70% a 80% para os produtores. Ele provoca desfolha no cafeeiro. Sem folha, o café não produz, as flores não dão pegamento, e quando já tem fruto no pé e a praga o acomete, o grão perde a absorção dos nutrientes que vem da folha, portanto é uma praga que dá prejuízo a longo prazo, pois demora para ter o enfolhamento novamente”, explica o pesquisador Roberto Santinato, diretor pesquisador da Santinato & Santinato Cafés.

Santinato conta que o controle contra bicho-mineiro hoje é feito via foliar, com várias moléculas, e quase todas são de choque e poucas de penetração. “Muitas vezes, o produtor acaba comprando o produto mais barato, por falta de orientação de um consultor. E nem sempre o mais barato é o melhor. Existe um problema com resistência a alguns produtos que antigamente funcionavam muito bem, via solo, mas hoje já saem do portfólio. Sempre existe uma expectativa de uma nova molécula que vá resolver o problema da praga”, conclui.


Com o passar dos anos, o controle dessas infestações nas produções de café se tornou um desafio. Por isso, os produtores continuam investindo cada vez mais no combate destes fenômenos prejudiciais. Mas ainda é necessária uma inovação no mercado, inédita na agricultura brasileira, que apresente um novo patamar de controle.

IHARA lança no Brasil molécula inédita e exclusiva no combate às pragas

Há mais de 50 anos no mercado, a IHARA desenvolve soluções para proteção da agricultura brasileira, sendo hoje uma das principais plataformas do mercado nacional à inovação e qualidade das empresas internacionais de proteção de cultivos. Acompanhando as demandas do campo, a IHARA traz ao Brasil a molécula inseticida Dinotefuran, inédita e exclusiva no combate às principais pragas da agricultura.

As pesquisas sobre a efetividade da molécula no controle de pragas foram iniciadas no Brasil na década de 1990. Desde então, sua alta e rápida eficiência no controle de pestes já foi comprovada. Além disso, Dinotefuran possui solubilidade e sistemicidade superior aos demais grupos de moléculas semelhantes. Esta molécula exclusiva e inédita no Brasil já é utilizada nos Estados Unidos, Austrália, China, Indonésia, Japão, além de vários países da Europa.

Para combater a ferrugem, bicho-mineiro e a cigarra do café, a força de Dinotefuran estará presente em Spirit SC, para aplicação via solo e com alta sistemicidade, apresentando um novo patamar de produtividade às lavouras. O portfólio dos produtos movidos a Dino completa-se com Maxsan, focado no combate de todas as fases da mosca-branca e também da cigarrinha; e com Zeus, que agrega superioridade no controle de percevejos. Para saber mais, acesse: www.protejaseucultivo.com.br/spirit.
POST POR: IHARA DATA: 02.12.19

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